terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Por Rubén Darío ...


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Amar, amar, amar siempre y con todo
El ser y con la tierra y con el cielo,
Con lo claro del sol y lo obscuro del todo.
Amar por toda ciencia y amar por todo anhelo.
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Y cuando la montaña de la vida
Nos sea dura y karga, y alta y llena de abismos,
Amar la immensida, que es de amor encendida,
Y arder en la fusión de nuestros pechos mismos...
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Um comentário:

Manuel Marques disse...

O amor pode ser um virús, curioso ou não estar em Atenas e saber um pouco mais de castelhano (ou espanhol como Luís Sepúlveda gosta de dizer) e o pc ter tido um 'fatal error' quando tentava salvar uma mensagem deste lindíssimo poema...rs...

Feliz Natal (o natal vive dentro do coracão de quem entendemos e nos entende e nisso acredito, quem quiser que o descubra) para ti, para quem tu amas e te faz viver com esse sorriso maravilhoso!