
Não assustes os sonhos... Ah!, não varras
As quimeras... Amor, senão esbarras
Na minha vaga imaterialidade...
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Beijos alados... ecos de fanfarras...
Pétalas dos teus dedos feito garras...
Como cai em pó de oiro o ar da tarde!
Gemeram nossas vozes confundidas.
- Havia rosas cor-de-rosa aos molhos –
Harmonia das pálpebras descidas,
Do ritmo dos teus cílios sobre os olhos...
Um comentário:
Um poema muito bonito. Beijo para você moça bonita.
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