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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Quando a luz estender as roupas nos telhados
E for todo o horizonte um frêmito de palmas
E junto ao leito fundo de nossas duas almas,
Chamarem nossos corpos nus,entrelaçados,
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Seremos, na manhã, duas máscaras calmas e felizes,
De grandes olhos claros e rasgados…
Depois,volvendo ao sol as nossas quatro palmas,
Encheremos o céu de vôos encantados!…
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E as rosas da cidade inda serão mais rosas.
Serão todas felizes sem saber porque.
Até os cegos,os entrevadinhos… E
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Vestidos contra o azul de tons vibrantes e violentos,
Nós improvisaremos danças espantosas,
Sobre os telhados altos, entre o fumo e os cataventos!
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Marcadores:
(Moulin Rouge,
1952),
Mário Quintana,
Moulin Rouge
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Canção do Amor Imprevisto - Mário Quintana

Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoísta e mau.
E a minha poesia é um vício triste,
Desesperado e solitário
Que eu faço tudo por abafar.
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Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada,
Com o teu passo leve,
Com esses teus cabelos...
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E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender
nada, numa alegria atônita...
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A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho inútil
Aonde viessem pousar os passarinhos.
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sábado, 12 de julho de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Por Mário Quintana...

"Nunca diga "te amo" se não te interessa.
Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem.
Nunca toque numa vida, se não pretende romper um coração.
Nunca olhe nos olhos de alguém, se não quiser vê -lo derramar em lágrimas por causa de ti.
A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você,
quando você não pretende fazer o mesmo".
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quarta-feira, 7 de maio de 2008
Bilhete - Mário Quintana
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Do Amoroso Esquecimento - Mário Quintana
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Saudade - Mário Quintana

Na solidão na penumbra do amanhecer.
Via você na noite, nas estrelas, nos planetas,
nos mares, no brilho do sol e no anoitecer.
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Via você no ontem, no hoje, no amanhã...
Via você no ontem, no hoje, no amanhã...
Mas não via você no momento.
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Que saudade...
Que saudade...
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